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Barcos vão poder funcionar a GPL criar PDF versão para impressão enviar por e-mail

Enquanto a ANIC-GPL participa no grupo de trabalho que está a preparar a legislação de base para a utilização de GPL na locomoção de barcos, continuamos a dar eco de algumas das notícias que vão surgindo na imprensa sobre este tema ao qual já dedicamos várias horas e que por um motivo ou outro tarda em ser enquadrado legalmente e publicado em Diário da República.

 Resta-nos esperar que não demore o mesmo tempo que outros diplomas neste âmbito que tanto tardam em ser levados a sério para aprovação.

 

Barcos vão poder funcionar a GPL*

Barcos vão poder funcionar a GPL

Projecto visa equipar embarcações com motores mistos 'made in Portugal' e é dirigido a  pescadores e desportistas.

As embarcações de recreio até 12 metros de comprimento vão poder ser equipadas em Portugal, com motores que funcionam a gás (GPL), uma solução que tem como principal objectivo os barcos de pescadores, mas que também pode ser atractiva para as restantes actividades náuticas, explicou ao DN o responsável pela empresa autora do projecto.

"O que temos em cima da mesa, segundo o regulamento definido pelo IPTM [Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos], é a possibilidade de também os barcos de recreio poderem ser equipados com estes motores mistos, GPL ou gasolina, o que será uma vantagem significativa", refere Francisco Portela Rosa.

Nos estaleiros da VianaPesca, em Viana do Castelo, onde o protótipo foi concebido - um investimento de 50 mil euros - já se prepara a adaptação de um barco com este motor, de forma a avançar para a regulamentação definitiva, que aguarda há mais de um ano a autorização final do IPTM.

"Entretanto, já foi copiado por países como Espanha e França, mas nós continuamos sem poder usufruir dele, sobretudo os pescadores, que poderiam ter uma quebra nas despesas de cerca de 50%", disse ainda o responsável.

A conversão dos actuais motores a gasolina em GPL (mas que podem operar também com gasolina), que são cerca de 2000 euros mais caros, até conta com um programa comunitário de apoio, mas em Portugal o processo está "emperrado" por alegadamente ainda não terem sido reunidos todos os pareceres necessários.

"É um verdadeiro salto para as nossas pescas, por permitirem uma redução drástica de custos nos barcos a gasolina. Além disso, abre-se uma nova fileira com as embarcações de recreio, que também podem ser equipadas com estes motores", diz Portela Rosa.

*Origem: DN Economia online: http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1710268

Actualizado em ( 15-Nov-2010 )
 
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