Menu Content/Inhalt
Bem-vindo arrow Novidades arrow Posição da ANIC-GPL sobre o aumento dos combustíveis

Autenticação

Acesso à área reservada com informação para associados com as quotas regularizadas.

Se for o primeiro acesso, introduza o Nome de utilizador e Palavra-passe indicados aquando da inscrição na ANIC-GPL.






Perdeu a palavra-passe?

Se continuar com dificuldade em aceder depois de confirmar as quotas e pedir nova palavra-passe, contacte-nos, por favor.

Subscrição de notificações

Posição da ANIC-GPL sobre o aumento dos combustíveis criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
Índice de Artigos
Posição da ANIC-GPL sobre o aumento dos combustíveis
Página 2
Página 3
Página 4

A propósito dos aumentos galopantes que os combustíveis têm sofrido desde finais de 2007, a ANIC-GPL Associação Nacional de Consumidores e Instaladores de GPL, vem pela presente, tornar pública a sua posição sobre esta matéria.

O que actualmente está a ocorrer nada tem de conjuntural, e há muitos anos que vem sendo bem descrito na literatura especializada.  Todos os autores são unânimes em considerar que a produção mundial de petróleo atingiu, está a atingir, ou há-de brevemente atingir, o seu pico de produção e distribuição, pelo que daí em diante deixa de haver capacidade logística e disponibilidade de matéria-prima para aumentar a produção.

As empresas que fornecem os combustíveis ao consumidor são a face visível desta situação, pelo que a sociedade civil não demorou em responsabilizá-las para a situação de “dificuldade” em que se encontra. Mas, por detrás das gasolineiras e das empresas petrolíferas – a face visível para o consumidor do problema – existem muitos outros factores que contribuíram para o aumento de 40% no valor do gasóleo em pouco mais de um ano.
De igual modo, o ISP que é cobrado sobre os produtos petrolíferos tem uma razão estratégica no sentido de desincentivar o consumo de algo de que se depende. E como é óbvio, é completamente irresponsável pensar-se que o Estado pode de um momento para o outro prescindir de boa parte da receita fiscal que este imposto representa. Por isso, não poderíamos estar mais contra situações como a do “boicote” ao abastecimento nas principais empresas petrolíferas ou aos apelos à redução do ISP, pelo menos se estas visarem o combustível para uso particular.

E então, de quem é a culpa? Perguntará o leitor.
A “culpa” é da situação de passividade que se viveu em torno da utilização do transporte pessoal. Demasiado barato por demasiado tempo, criou hábitos de vida e de consumo perfeitamente ilógicos.



Actualizado em ( 20-Jul-2008 )
 
< Artigo anterior   Artigo seguinte >
designed by made your web.com